Tratamento sintomático

Tão importante quanto o tratamento específico da doença, constitui-se a abordagem terapêutica dos sintomas como depressão, fadiga, espasticidade dentre outros.

18/03/2003 – III. Diretrizes Baseadas em Evidências e Recomendações

 Por Marco Aurélio Lana-Peixoto

Marco Aurélio Lana-Peixoto, Dagoberto Callegaro, Marcos Aurélio Moreira, Gilberto Belisário Campos, Paulo Eurípedes Marchiori, Alberto Alain Gabbai, Luiz Alberto Bacheschi, Walter Oleschko Arruda, Paulo Diniz da Gama, Aílton Souza Melo, Fernando Coronetti Gomes da Rocha, Angelina Maria Martins Lino, Maria Lúcia Brito Ferreira, Luiz Ataíde Júnior, e demais participantes da Reunião do Consenso sobre Tratamento da Esclerose Múltipla do Comitê Brasileiro de Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla (BCTRIMS)* * vide adendo

Endereço do Autor Correspondente:

Rua Padre Rolim 769 – 13º andar

Belo Horizonte, MG – CEP: 30130-090

E-mail: lanapma@uol.com.br

 RESUMO

Em razão dos avanços no conhecimento da EM, dos novos critérios diagnósticos e ensaios terapêuticos publicados, a atualização e expansão das diretrizes para orientação do neurologista brasileiro em relação ao tratamento da esclerose múltipla (EM) se tornam necessárias. O Consenso Expandido do BCTRIMS enfatiza a individualização do tratamento a critério do neurologista, e a necessidade de informação do paciente quanto aos potenciais benefícios e riscos das drogas, assim como do Consentimento Informado e compromisso de realização de controles periódicos. Na ausência de evidências científicas favorecendo uma determinada droga o médico deve considerar o custo diferencial dos imunomoduladores ao fazer sua opção terapêutica. As várias situações clínicas e os diferentes agentes modificadores da doença, assim comoas outras intervenções terapêuticas de eficácia no tratamento são consideradas à luz das classes de evidências científicas e dos tipos de recomendação, aceitos pela comunidade científica internacional. O Consenso Expandido do BCTRIMS pode servir de modelo para outros países em desenvolvimento.


Colabore com um dos maiores grupos de pesquisa em neurologia clínica do Brasil.

Acesse e Colabore

Colabore com um dos maiores grupos de pesquisa em neurologia clínica do Brasil.

Acesse e Colabore